Melhores filmes por década – Filmes dos Anos 50

Hoje, teremos os melhores filmes dos Anos 50, com grande presenças tais como: Gene Kelly, diretor mestre do suspense Alfred Hitchcock e o  ícone cultural dos anos 50 James Dean.

1950. Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder

Crepúsculo

O filme All About Eve de 1950 é ótimo, mas não supera a obra-prima de Billy Wilder. O filme mostra uma atriz que caiu em decadência, mas que acredita que sempre esteve no auge. O filme ficou marcado pela grande atuação de Gloria Swanson, que na época foi injustiçada por perder o Oscar de Melhor Atriz.

1951. Uma Rua Chamada Pecado, de Elia Kazan

RuaChamadoPecado

Elia Kazan ficou conhecido por aqueles infelizes episódios durante o Macartismo, mas estamos aqui para discutir sua carreira artística, certo? Como diretor, ele era um gênio, e seu trabalho de maior valor está aqui com duas das melhores performances de todos os tempos por parte de Marlon Brando e Vivian Leigh. Com um trio desses, é lógico que só poderia sair uma obra super valorizada do cinema.

1952. Cantando na Chuva, de Gene Kelly e Stanley Donen

CantandoNaChuva

Um dos filmes mais encantadores de todos os tempos. Na trama acompanhamos a mudança do cinema mudo para o cinema falado. Em meio aos inúmeros sapateados protagonizados por Don Lockwood e seu amigo Cosmo Brown, assistimos o romance com a jovem aspirante a atriz Kathy Seldon e rimos das trapalhadas da atriz Lina Lamont, que possui uma voz horrível e é impedida de falar em público.

1953. Era uma vez em Tóquio, de Yasujiro Ozu

Tóquio

Um filme para os estudiosos do bom cinema! Era uma vez em Tóquio não foi apenas o melhor filme de 1953, mas um dos melhores do século. U casal de idosos viaja a Tóquio, onde pretende visitar os filhos que há anos não vêem. Porém, todos são muito atarefados e não têm tempo para dar-lhes atenção. Quando sua mãe fica doente, os filhos vão visitá-la junto com a nora de seu falecido filho mais novo, e complexos sentimentos são revelados entre eles.

1954. Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock

JanelaIndiscreta

Eu sempre fui vendido com muita facilidade para os filmes do Alfred Hitchcock. Bastava ler a sinopse que eu já estava louco para acompanhar a trama. Em Janela Indiscreta, o qual eu considero o melhor trabalho do diretor, um fotógrafo com a perna quebrada em uma cadeira de rodas começa a bisbilhotar a vida dos vizinhos, descobrindo o que parecia ser um assassinato. Como se não bastasse o filme ser do Hitchcock para me chamar a atenção, o longa tem no elenco a apaixonante Grace Kelly. Imperdível!

1955. Vidas Amargas, de Elia Kazan

VidasAmargas

Mais um filme do polêmico Elia Kazan na lista. Jovem rebelde disputa com o irmão as atenções do pai, que não esconde a preferência pelo outro filho. Para piorar, os irmão passam a rivalizar pelo amor da mesma garota. História baseada no romance de John Steinbeck.

1956. Assim Caminha a Humanidade, de George Stevens

CaminhaHumidade

Estrelado pelo astro da época James Dean e pela bela Elizabeth Taylor, Assim Caminha a Humanidade (Giant) é um verdadeiro tratado contra a segregação racial, muito em voga ainda na década de 50. O filme mostra a ascensão e o declínio da vida de Jett (Dean), que não tem absolutamente nada na vida até encontrar um poço de petróleo na terra que ganhou de presente.

1957. Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman

MorangosSilvestres

É muito difícil para mim decidir qual é o melhor trabalho de Ingmar Bergman, mas com certeza Morangos Silvestres está entre os três melhores colocados. No filme, um médico que estava a caminho de uma cerimônia de premiação numa universidade, é assediado por situações e personagens que o conduzem a um mergulho em sua vida pregressa.

1958. Um Corpo Que Cai, de Alfred Hitchcock

UmCorpoQueCai

Filme muito valorizado de Hitchcock, que rendeu ao diretor o status de um dos maiores gênios do cinema. No filme, um detetive aposentado, interpretado por James Stewart, que sofre de um terrível medo de alturas é encarregado de vigiar uma mulher, vivida por Kim Novak, com possíveis tendências suicidas.

1959. Ben-Hur, de William Wyler

Ben-Hur

Um dos recordistas de Oscars, com 11 estatuetas conquistadas na premiação de 1960, Ben-Hur conta a história do judeu Judah Ben-Hur (Charlton Heaston), que é traído pelo seu melhor amigo e passa a ser escravizado pelo Império Romano. Decidido a se vingar, o épico mostra a superação dele ao longo dos anos. Uma super-produção, cheia de efeitos especiais, e marcada principalmente pela gigantesca cena da corrida de bigas, que contou com mais de 8 mil figurantes em cena.

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