Confira os lançamentos de streaming no mês de Agosto

Neste mês de Agosto teremos três filmes lançados nos serviços Streaming (Now, Vivo Play, Google Play e Itunes).

CONFIRA AS ESTREIAS ABAIXO:

Faces-de-uma-Mulher

FACES DE UMA MULHER
Dirigido por Arnaud des Pallières, filme traz Adèle Exarchopoulos no elenco

Vencedora de Cannes em 2013 por sua atuação em “Azul é a Cor Mais Quente”, a atriz Adèle Exarchopoulos é uma das estrelas de “FACES DE UMA MULHER”, de Arnaud des Pallières, que estreia no streaming no próximo dia 10.

Contando a história de trás para frente, ou seja, revelando o seu final, o diretor também faz uso de outra escolha peculiar: ele muda as atrizes a cada momento chave da vida da personagem Karine, uma professora dedicada que é presa pela polícia. À medida que a história vai sendo contada e os motivos da prisão de Karina são revelados, novas personagens surgem na história e a ligação delas com Karine vai sendo revelada.

A maneira retrospectiva de contar a história revela um pouco da personalidade da personagem: uma jovem, órfã de mãe, que manteve relacionamentos abusivos com homens, que fugia muito de casa porque não se sentia bem-vinda e com um histórico de abandono e violência.

NOW (R$11,90) / VIVO PLAY (R$ 9,90)
Google Play (Compra R$ 24,90 Aluguel R$6,90)
iTunes (Compra US$6.99 Aluguel US$2.99)

Alem das Palavras

ALÉM DAS PALAVRAS

Cinebiografia da aclamada poetisa Emily Dickinson é protagonizada por Cynthia Nixon

A poetisa norte-americana Emily Dickinson só ganhou fama e reconhecimento após sua morte, em 1886. Por isso, muito pouco da sua vida pessoal ficou conhecida ao longo dos anos. A sua infância discreta até a fase adulta reclusa e solitária viraram uma cinebiografia dirigida por Terence Davies, “ALÉM DAS PALAVRAS”, que chega às plataformas de streaming no dia 3.  “Emily Dickinson foi consagrada postumamente e eu acho isso muito injusto. Eu não sei como grandes artistas suportam isso. Ela merece ser aplaudida para sempre”, opina o diretor.

Protagonizado por Cynthia Nixon, o longa mostra a vida reclusa levada pela família Dickinson e a forte ligação de Emily com os pais, com quem morou durante a vida adulta, após se formar na faculdade. “Ela não conseguia ficar longe de casa, dos pais e irmãos. Para Emily, a família era o universo, e o universo era a família. Eles eram extremamente fechados, quase uma família claustrofóbica”, revela Davies.

Após o seu falecimento, mais de 1700 poemas foram encontrados. Em vida, a escritora não teve mais do que dez poemas publicados, muitos deles anonimamente. Muito do que se sabe até hoje sobre Emily Dickinson foi descoberto através de cartas encontradas. Estas cartas eram trocadas principalmente com a cunhada e vizinha, Susan Dickinson, e com alguns escritores e intelectuais, como Samuel Bowles e Helen Hunt Jackson.

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CLASH

Candidato à Palma de Ouro em Cannes em 2016, o elogiado filme egípcio “CLASH”, de Mohramed Diab, chega às plataformas de streaming no próximo dia 10. O longa mostra a população nas ruas do Cairo quando o presidente eleito na primeira eleição geral do Egito é destituído do cargo pelos militares. Durante os protestos, um grupo de pessoas escolhido arbitrariamente fica preso numa caminhonete da polícia.

É neste camburão que o filme de Diab se passa. Na ficção, integrantes da Irmandade Muçulmana, apoiadores do governo deposto, e manifestantes pró-Exército são presos nesse espaço. Ao longo de um único dia, marcado por protestos nas ruas da cidade, o espaço fechado acolhe também passantes sem posição ideológica definida.

Aclamado pela crítica, o filme chama atenção pela narrativa “hui clois”, quando a história é contada com vários personagens, juntos, num espaço fechado. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o diretor explicou como fez a fórmula funcionar. “Quando começamos a filmar, certas coisas estavam muito claras na minha cabeça, e por isso foi necessário um período intenso de preparação. Não queria que, para realçar um diálogo, um momento de tensão entre dois, três personagens, o restante ficasse fora de foco. Para garantir a veracidade, ensaiamos muito. E, durante a filmagem, mais de uma câmera ficava ligada, captando tudo de diferentes pontos de vista”, revelou.

Dieb ainda disse na entrevista que o objetivo do filme era tornar os personagens presos uma representação do que a sociedade do Cairo vivia naquele momento. “Acho que é possível encontrar um viés crítico no filme, porque, se não fosse assim, eu teria falhado. Mas uma coisa também era clara para nós (ele inclui o irmão e produtor Khaled) – esse não é um thriller de Hollywood, portanto, não divide as pessoas em boas e más, mocinhos e bandidos”, completou.

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