Crítica I A Série Divergente: Insurgente

O Cinemark (Goiânia- Shopping Flamboyant) convidou o A Hora do Filme para assistir uma seção exclusiva do Blockbuster Insurgente, baseado na distopia homônima de Verônica Roth, e nós não pensamos duas vezes antes de aceitar o convite. PREPAREM-SE para perder o fôlego e ficarem completamente presos ao filme, pois é isso que Insurgente é, cativante, instigante e com um final SURPREENDENTE!

Segue a sinopse oficial do filme:

Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem.

Antes de falar do filme em si, gostaria de dar um destaque mais do que especial para dois trailers exibidos antes do longa, O Quarteto Fantástico e Os Vingadores: A Era de Ultron. Cara, assistir esses trailers em IMAX, com som Surround fez toda a diferença e me deixou com um gostinho (um gostinho de quero mais), eu literalmente sai do cinema contando os dias para a estreia desses dois longas (Se objetivo era me deixar com uma expectativa gigante, parabéns Marvel e Fox, vocês conseguiram!).

insurgente-1702-7

Agora vamos voltar Insurgente, juro que tentarei dar o menor número de spoirler’s possíveis. Shailene Woodley está linda como sempre e com uma atuação que dá gosto de ver. Woodley consegue diferenciar seus papeis, é impossível fazer associações entre Tris e Hazel Grace (A Culpa é das Estrelas). Shailene não se enquadraria no perfil do que muitos brasileiros chamam de “gostosa”, não tem muitas curvas ou volumes, mas mesmo assim ela tem seu charme e sua beleza (que vai muito além do seu corpo), independente disso sua personagem, Tris, é quase um rapazinho (ou em homenagem aos meus amigos aqui do site um “gurizinho”) de tão desengonçada e valente que ela está. Isso é algo que me encanta nela, e é o que eu digo que falta em muito atores de Hollywood, essa capacidade desconstruir sua própria imagem (meiga, polida e fina) e construir uma imagem diferente e bem característica, vez após vez. Woodly não é como Sarah Jessica Parker, que sempre é será Carrie Brashaw em todos os personagens que interpretar. Fica dica Hollywood!

insurgente03

O filme já me ganhou com o simples fato de ter Octavia Spencer e Naomi Watts (que pra mim foi a escolha perfeita para interpretar a mãe do Four) no elenco. Katie Winslet está magnifica! Palmas para o diretor que soube escolher muito bem o elenco.

insurgente02

A fotografia do filme é bem interessante e foge um pouco da fotografia típica dos Blockbusters atuais. Algumas cenas foram rodadas em plano sequência, e boa parte em quadros estáticos, o que deu um certo movimento ao filme. As cenas de ação foram muito bem dirigidas e faz o telespectador perder o fôlego algumas vezes. Os efeitos especiais …. são efeitos especiais, prefiro não tecer comentários a respeito.

SPOILER ALERT

Agora vamos falar do enredo do filme. Quem é fã, e leu os livros vai se assustar com a quantidade de adaptações que foram feitas. Preparem para uma chuva de reclamações sobre isso. Eu não vejo essas adaptações como um ponto negativo, muito pelo contrário, acho que elas são muito positivas, afinal de contas, qual é a graça de ir assistir um filme em que você já sabe tudo que vai acontecer? Não faz muito sentido, não é?

Em certos momentos da trama eu fiquei com ódio mortal dos personagens Caleb e Peter interpretados por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e Miles Teller (Quarteto Fantástico). Tudo bem que no fim  Peter conseguiu se redimir ajudando a forjar a morte de Tris, mas o Caleb … é possível alguém ser mais “banana” do que ele?  Confesso que senti um pouco de falto do “It’s not real” que a Tris sempre dizia para conseguir perceber que estava em uma simulação.

insurgente04

SUPER ULTRA MEGA POWE PLUS SPOILER ALERT (Não leia caso você não tenha lido o livro, ou se não tiver assistido o filme, NÃO LEIA MESMO QUE VOCÊ ESTEJA EXTREMAMENTE CURIOSO)

O longa é completamente imprevisível, ainda mais pelo final eletrizante … O sistema de facções não passa de um experimento, os Divergentes não são a ruína, mas sim a salvação da sociedade e da humanidade, humanidade esta que ainda existe além das muralhas. Confesso que eu fiquei de boca aberta (do tipo OH MY GOD, QUE FINAL TOP!). A série divergente é oficialmente minha franquia favorita (eles conseguiram misturas Jogos Vorazes e Maze Runner, num filme só, sem ser clichê e cópia! Magnifico, palmas para Verônica Roth!)

Se eu recomendo que vocês assistam A Série Divergente: Insurgente? CLARO. O filme estreia hoje em cadeia nacional (Recomendo que assistam em Imax), aproveito a oportunidade pra agradecer o Cinemark pelo convite e nos vemos na próxima!

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *